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Convite de Lançamento da Campanha - Mais CPFs Mais PROJETOS - 01/02/2021Transmissão pela plataforma ZoomID da reunião 846 3634 9557 Senha MAISCPFS👇👇👇NOTICIA IMPORTANTISSIMA 👇👇👇O presidente Mauro e toda equipe do Seguro Solidário da ABTRF espera encontrá-los no dia 01/02 à 20h00min (horário de Brasília) para o lançamento da segunda etapa da Campanha do Seguro Solidário 2020-21. Transmissão pela plataforma ZoomID da reunião 846 3634 9557 Senha MAISCPFSAbraços e até lá.Mauro DuartePresidente da ABTRF
O Grupo Rivesa é Empresa Cidadã do Rotary Club de Maringá pelo terceiro ano consecutivo e atua em vários segmentos, que demonstram a versatilidade do grupo para inovar. As empresas que o compõem são:
Rivesa: Concessionária de caminhões e ônibus Volvo;
Boreal Powersports: Concessionária BRP (Bombardier Recreational Products). Comercializa jet ski da marca Sea Doo, quadriciclos e utvs da marca Can-am;
Mondonex: Comercialização e gestão de imóveis de lazer através do modelo de multipropriedade;
R2: Empresa voltada para a gestão do patrimônio e prospecção de novos negócios para o Grupo Rivesa. Tem como missão diversificar horizontes empresariais e continuamente, posicionar-se na vanguarda de empreendimentos nos mais diversos segmentos de atuação;
Coluna Rental: Apresenta-se para empresas que demandam pela locação e gestão de bens automotivos de produção;
Dealer Hub: É uma iniciativa independente e autônoma, que tem como principal objetivo aumentar a competitividade das empresas parceiras da cadeia de distribuição automotiva. O Grupo Rivesa é mantenedor e co-fundador do Dealer Hub.
Com cerca de 350 colaboradores, a área de atuação do grupo está geograficamente localizada no Norte do Paraná e no Mato Grosso do Sul. Além de contribuir com a Fundação Rotária por meio do Programa Empresa Cidadã, o Grupo Rivesa investe e colabora de maneira contínua com instituições como a APAE e a Rede Feminina de Combate ao Câncer. “Além de, recorrentemente, quando nos é possível, destinamos parte dos impostos devidos via leis federais para o incentivo da Cultura e do Esporte”, informa o Diretor de Desenvolvimento Henrique Gandolfi Feio Ribeiro.
Desde 2011, a Rivesa (Volvo) está na lista das melhores empresas para se trabalhar no Paraná, segundo o Great Place to Work (GPTW). Sobre os investimentos destinados para a Fundação Rotária, Henrique destaca que em um país como o Brasil, o Grupo Rivesa entende que aqueles que podem, devem fazer algo a mais para uma sociedade melhor para todos.
“Ouvimos, uma vez, de um executivo de uma empresa parceira do nosso grupo, que o principal papel de uma empresa é gerar lucro. Pois o lucro gera imposto, que teoricamente, deveria voltar integralmente à sociedade em troca de benefícios para a população. Concordamos quase que plenamente com isso, entretanto, quem tem condições deve fazer algo a mais, com propósito, atenção, impacto e qualidade. Muitas empresas querem fazer isso atualmente, porém essa não é uma tarefa fácil, pois os negócios são constantemente pressionados a produzirem melhores resultados”, afirma.
Segundo Henrique, a dedicação de tempo e pessoas para esta missão pode atrapalhar o propósito principal do negócio. “Ser Empresa Cidadã é a oportunidade de investir em responsabilidade social, com a segurança de que sua contribuição financeira será empregada por gente muito séria e de valores éticos, de maneira transparente. A participação neste programa do Rotary International nos deixa imensamente satisfeitos, pois sabemos que nossa colaboração será destinada da melhor maneira possível, de forma estruturada e sempre com o objetivo de transformar a vida daqueles que mais precisam”.
Expansão e Pandemia – De acordo com o Henrique, a chegada da pandemia do coronavírus trouxe preocupações, como em todos os negócios. “A incerteza era muito grande sobre o futuro a curto prazo, mas com o desenrolar do cenário, pudemos enxergar o horizonte com mais clareza”, declara.
Na Rivesa, para caminhões, os primeiros três meses da pandemia impactaram os negócios, depois houve um retomada muito forte e acelerada no setor de transporte, impulsionado especialmente pelos resultados do agro. “Prova disso foi que nosso investimento em Três Lagoas se manteve (uma nova unidade da Volvo) e estamos com projeto de expansão da nossa cobertura territorial para 2021. Já em ônibus, o impacto foi maior devido aos desafios óbvios para o setor frente à pandemia. Felizmente, no nosso caso, a linha de ônibus é proporcionalmente muito menor que a linha de caminhões”.
Mondonex: Devido à pandemia, o turismo mudou um pouco de longa distância para curta distância e isso favoreceu este negócio, que busca soluções de turismo com raio de 200km máximo. (Exemplo: Porto Rico – Maringá).
Boreal Powersports: “A pandemia favoreceu esta linha de produtos, pois os clientes buscaram soluções para escaparem do tédio, evitando aglomerações à Jet ski e trilhas no caso”, diz o Diretor de Desenvolvimento.
R2: O cenário foi muito instável nos três primeiros meses, posteriormente a confiança em investir voltou.
Dealer Hub: Afetado somente no modelo de operação (100% on-line). O restante seguiu conforme planejado antes da pandemia.
Larissa Nakao - Comunicação Corporativa
Sintonize o canal de esportes radicais Off e conhecerá o Brazilian Storm: o grupo de surfistas contemporâneos brasileiros que tomou o surfe profissional de assalto, produzindo campeões mundiais, e quebrando a hegemonia americana e havaiana (sim, no surfe o Havaí é país independente).
Poderíamos replicar o South American Storm no Rotary?
Estou a seis meses do fim da gestão de seis anos, quatro como curador, dois como diretor. Nesses 66 meses, detectei um pequeníssimo número de brasileiros e sul-americanos nos comitês decisórios do Rotary e da Fundação Rotária. A morte prematura do curador Hipólito Ferreira por covid, em meados de novembro, me fez aprofundar a reflexão sobre os espaços ocupados por nosso continente.
As posições de direção do RI-TRF somam mais de 200, considerando alguns comitês provisórios, permanentes, diretores, curadores. Não considerei para análise os cargos zonais, privativos dos nativos, como coordenadores regionais, EMGAs, Pólio, DQA, Fundação, Imagem.
A América do Sul tem seis representantes nos comitês mundiais do Rotary e Fundação, traduzindo pouco menos de 3% dos quadros. Vale lembrar que somos 74 mil rotarianos nas zonas 23 e 24, aproximadamente 6% do quadro de associados mundial. Em comparação, os EUA, com um quarto da população rotária mundial, retém mais de 35 % das posições em comitês.
Como preposto da região no Conselho Diretor, uma das minhas preocupações estratégicas é aumentar o efetivo humano da cultura sul-americana nos comitês do Rotary-TRF. Mas, na indicação, confesso por vezes minha ignorância a respeito dos talentos zonais, para ocupar postos na direção. Proponho um caminho de qualificação para o futuro:
Um levantamento dos talentos zonais, com desempenho, metas atingidas, programas e projetos realizados, analisados sob a ótica dos interesses do Rotary. Quadro associativo, captação para a Fundação, imagem pública dos projetos. Dados objetivos, resultados permanentes (não vale restringir ao ano de governadoria, ou presidência de clube; também o legado e a contribuição ao sucessor devem entrar no mapa);
Um programa de qualificação. Entram dados subjetivos, como proficiência de língua, disponibilidade no momento da assunção da tarefa, trânsito entre os companheiros, capacidade de seguimento de programas e aglutinação de voluntários. Líderes futuros devem ter mentores, capacitação, atualização de informações da sede, participação nos eventos e seminários de treinamento;
Promoção das lideranças emergentes, mitigando o caráter político das disputas por cargos, permitindo a ascensão de mais líderes, diversificando e desconcentrando as indicações. É tarefa hercúlea, fatia considerável dos resultados advém do brilho do protagonismo, da autopromoção, é inexorável o embate temporal, em determinadas circunstâncias. Mas a conexão rotária deve prevalecer. Todos somos líderes, e o ambiente democrático do Rotary permite propostas divergentes, não necessariamente beligerantes. Tolerância e rotatividade são cláusulas pétreas da constituição rotária.
No meu sonho de consumo rotário, teríamos dez ou doze posições ocupadas por sul-americanos no Rotary-TRF, nos próximos cinco anos. O Rotary inseriu diversidade nos seus valores e a cultural é uma faceta da diversidade. O fato é: a América do Sul está sub-representada no Rotary. Mas a ocupação do espaço, no Rotary moderno, passará por estratégia, qualificação e apresentação de resultados. A começar pelo crescimento do quadro associativo e da arrecadação para a Fundação, cujos promotores serão os futuros líderes no nosso continente.
Quem sabe não teríamos um South American Storm no Rotary?
Darcy Luiz de Andrade, 54 anos, associou-se ao Rotary Club de Rondon há cerca de dois meses e logo tornou o seu negócio uma Empresa Cidadã contribuinte da Fundação Rotária. A Netw-i Telecomunicações foi planejada em 2001 e em 2002 iniciou as atividades.
“A internet era discada e poucos tinham acesso. Construí em Rondon uma rede de 75 km que serviu de modelo para grandes empresas e até multinacionais como a Furukawa. Funcionários desta multinacional japonesa, com afiliadas no Brasil, vieram na época conhecer o trabalho de Darcy. “Trocamos ideias e experiências porque a rede que eu construí fez com que todas as pessoas tivessem internet sem uso de telefone na região”, relembra Darcy.
O empresário ressalva que, ao longo destes 18 anos de mercado, busca oferecer uma internet de qualidade, com responsabilidade, segurança e preço acessível para toda a sociedade. A Netw-i Telecomunicações atende Rondon e região, em cidades como Indianópolis e tem planos de expansão para o próximo ano. Darcy também tem negócios em parceria com outras empresas do mesmo ramo na cidade de Maringá.
São 5 colaboradores diretos e 5 indiretos. “Em alguns períodos do ano chegamos a ter mais colaboradores indiretos, avaliamos conforme a necessidade”, explica. Por 10 anos, Darcy fez parte da diretoria da Redetelesul, Associação sem fins lucrativos, regida por estatuto, formada por micro e pequenas empresas que promovem a verdadeira inclusão digital, levando o acesso à internet aos mais diversos lugares do país.
O empresário afirma que o seu ramo de atividade teve um crescimento acima da média por conta da pandemia. “Na fase inicial, o fator ´ficar em casa´ levou as famílias que ainda não tinham internet a contratar o serviço. Já era uma necessidade antes da pandemia ter internet, agora é definitivamente essencial. Muitas empresas vão continuar no home office, para algumas profissões é mais lucrativo e cômodo para ambos os lados, empregador e funcionário”, avalia.
Larissa Nakao - Comunicação
“Projeto Salvando Vidas” facilitará atendimentos do SAMU Aéreo de Maringá
O Projeto de Subsídio Distrital elaborado pelo Rotary Club de Maringá-Aeroporto em parceria com o Rotary Club de Maringá-Cidade Ecológica foi aprovado pela Fundação Rotária e beneficiará o atendimento de pacientes em estado grave de urgências e emergências pelo Serviço Aeromédico do SAMU. A base de Maringá ainda não possuía o videolaringoscópio. A entrega do aparelho aconteceu na PROAMUSEP - Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da AMUSEP (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense).
O videolaringoscópio facilitará o processo de intubação dos pacientes, reduzindo o tempo de atendimento, uma vez que na medicina cada segundo que corre pode fazer a diferença para salvar uma vida.
A base operacional do Samu Aéreo funciona no hangar Premium no Aeroporto de Maringá e atende toda a região noroeste do Paraná desde novembro de 2016. Em média são 50 chamadas recebidas por mês.
O videolaringoscópio ajudará no salvamento de vidas, principalmente nas situações de vítimas de ocorrências de infartos, AVC (acidente vascular cerebral) e resgates em acidentes de trânsito nas rodovias.
O presidente da Comissão de Serviços Humanitários do Rotary Club de Maringá-Aeroporto, Humberto Augusto Borges Ferreira, foi um dos responsáveis por submeter o projeto Salvando Vidas para aprovação junto à Fundação Rotária.
Emerson Sanches, presidente do Rotary Club de Maeingá-Aeroporto, destaca a importância da Imagem Pública no processo de elaboração do Projeto Salvando Vidas. “Publicamos no Facebook do Rotary Club de Maringá-Aeroporto a entrega do Projeto Covid pelo Distrito, aos vários hospitais da região que foram beneficiados no começo da pandemia com os equipamentos e materiais para ajudar no tratamento dos pacientes. Repliquei o post no meu Facebook particular e um amigo que é médico viu a postagem e fez contato comigo, explicando a necessidade deste equipamento para o Samu Aéreo. Uma comissão do clube foi até o hangar conhecer a instalação e se informar sobre os atendimentos que o serviço faz. Os companheiros do clube gostaram, aprovaram a ideia e demos sequência”, explica Emerson.
O amigo em questão foi o médico Mauricio Caetano da Silva Júnior. Segundo ele, a utilização do helicóptero traz grandes benefícios para as chamadas prioritárias. Além disso, dependendo da situação, ter à disposição um videolaringoscópio pode salvar vidas, uma vez que o aparelho ajuda no atendimento de vítimas em locais inóspitos.
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